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Estruturação patrimonial internacional

Seu patrimônio cresceu.
Sua estrutura ficou para trás.

Holding e sucessão, empresas no exterior, abertura de contas, câmbio e remessas, criptoativos, residência fiscal e a conformidade que sustenta tudo isso. Desenhamos a estrutura e executamos cada etapa — com um único interlocutor do diagnóstico à manutenção anual.

Operação própria de câmbio e criptoativos
Advogados e contadores parceiros habilitados
Estruturas declaradas e em conformidade
O diagnóstico

A exposição raramente vem da falta de dinheiro.
Vem da falta de estrutura.

Patrimônio construído com velocidade quase sempre fica onde foi parar: em nome de pessoa física, sem desenho societário, sem plano sucessório e sem enquadramento do que está no exterior ou em criptoativos. Funciona até o dia em que precisa funcionar.

01

Sucessão que vira inventário

Bens em nome de pessoa física seguem um caminho só: processo de inventário, ITCMD, honorários, meses ou anos de indisponibilidade e a decisão sobre quem fica com o quê nas mãos de um juiz ou de um acordo entre herdeiros que nem sempre se entendem. Empresa operacional no meio disso costuma parar junto.

02

Receita internacional sem enquadramento

Faturamento do exterior entrando como pessoa física, câmbio fechado no varejo do banco, natureza de operação declarada errada e obrigações acessórias em aberto. A conta chega duas vezes: em tributo pago a mais todo mês e em risco de autuação com multa e juros lá na frente.

03

Criptoativos fora de qualquer estrutura

Posição relevante custodiada sem titularidade definida, sem política de acesso, sem trilha documental de origem e sem reporte adequado. É o ponto cego mais comum em patrimônios recentes — e o que mais trava depois, tanto no compliance bancário quanto na hora de converter volume sem quebrar o preço.

04

Estrutura montada antes de 2024

A Lei 14.754/2023 acabou com o diferimento indefinido: lucro de entidade controlada no exterior por pessoa física passou a ser tributado anualmente, mesmo sem distribuição. Muita offshore montada sob a regra antiga hoje entrega custo e obrigação sem entregar o benefício que justificou sua criação.

Comparativo

O custo de não fazer nada

Dimensão
Sem estrutura
Com estrutura
Transmissão do patrimônio
Inventário judicial ou extrajudicial, com ITCMD, custas processuais e honorários incidindo sobre o acervo
Transferência de quotas definida em vida, sem inventário sobre os bens já integralizados
Prazo até o acesso dos herdeiros
Meses a anos, com os bens indisponíveis durante todo o processo
Imediato, conforme as regras escritas no acordo de sócios
Quem decide a partilha
O juiz, ou o consenso possível entre os herdeiros
O titular, em vida, no contrato social
Continuidade da empresa familiar
Administração travada enquanto o espólio não é resolvido
Sucessão da administração já prevista e vigente
Exposição ao risco da atividade
Patrimônio pessoal e operação convivendo sob o mesmo CNPJ
Sociedade operacional separada da patrimonial
Natureza do custo
Concentrado no evento, no momento em que não há mais escolha
Distribuído, previsível e contratado com antecedência

ITCMD, custas e honorários variam conforme o estado e a composição do acervo. O diagnóstico apura os números do seu caso, e não os de um exemplo.

Colunata de pedra em perspectiva, com degraus convergindo para o fundo.
O que nos diferencia

Consultoria que também executa

A maior parte do mercado entrega um organograma e encerra o escopo. O cliente sai com o desenho na mão e passa os meses seguintes procurando quem abre a conta, quem faz o câmbio, quem custodia o ativo — e descobre que a estrutura do papel não sobrevive ao contato com a operação. Nós fazemos as duas metades.

Estrutura

Desenho societário, sucessório e tributário sob medida, com jurisdição escolhida pelo objetivo real do cliente e pela substância que ele consegue sustentar — nunca por moda de mercado. Todo ato privativo é praticado pelos profissionais parceiros habilitados, identificados a você desde o início.

Execução

Operação própria de câmbio, remessas internacionais e criptoativos. Abertura de contas, conversão, liquidez e movimentação acontecem dentro de casa — não numa indicação para um terceiro que você não conhece e que não responde por prazo nenhum.

Conformidade

Estrutura só serve se sustentar fiscalização. Declarações, obrigações acessórias, contabilidade da entidade no exterior e trilha documental fazem parte da entrega — inclusive a apuração anual do regime da Lei 14.754/2023, que hoje é o que mais pega estrutura antiga desprevenida.

Soluções

Oito frentes, uma estrutura só

Cada frente pode ser contratada isoladamente ou combinada em uma estrutura integrada. O diagnóstico define o que faz sentido para o seu caso — e, com a mesma clareza, o que não faz. Estrutura demais custa caro e não protege mais ninguém.

01 Sucessão e governança

Holding patrimonial e planejamento sucessório

A holding transforma bens em participação societária — e, com isso, transforma uma disputa futura em uma regra escrita hoje. Imóveis, participações em empresas e aplicações passam a ser quotas, e quem administra, quem recebe, o que pode ser vendido e o que acontece em caso de divórcio, incapacidade ou falecimento fica definido em vida, no contrato social e no acordo de sócios.

O efeito prático é duplo: a transmissão deixa de depender de inventário — com o custo, o prazo e a exposição pública que ele carrega — e a empresa operacional da família deixa de parar toda vez que há uma mudança na composição familiar. Também é a etapa em que se separa o patrimônio pessoal do risco da atividade empresarial, algo que quase nunca está feito em negócios que cresceram rápido.

Quando faz sentido: patrimônio imobiliário relevante, participação em empresa operacional, mais de um herdeiro, ou sócio em atividade com exposição a risco.

Você recebe Relatório de estrutura sucessória — contrato social, acordo de sócios e o comparativo de custo entre integralizar hoje e inventariar depois.

O que está incluído

  • Constituição da holding e definição do tipo societário
  • Integralização de imóveis, participações e aplicações
  • Doação de quotas com reserva de usufruto
  • Acordo de sócios com cláusulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e reversão
  • Regras de administração, entrada e saída de sócios
  • Comparativo de custo: integralização hoje × inventário depois
02 Operação

Estrutura societária e eficiência tributária

Boa parte da carga tributária de uma operação não vem da alíquota — vem do desenho. Empresa única concentrando atividades de naturezas diferentes, regime escolhido no início e nunca revisado, distribuição de lucros feita sem planejamento, patrimônio e risco operacional no mesmo CNPJ: cada um desses pontos custa dinheiro todo mês, em silêncio.

A revisão começa pelo mapa do que existe hoje e termina em cenários comparados, com a carga projetada de cada um e o custo de migrar de um para o outro. O objetivo não é o menor número possível no papel, e sim a estrutura que você consegue sustentar com substância real — porque planejamento que não resiste a uma fiscalização não é economia, é passivo com data marcada.

Quando faz sentido: faturamento crescendo acima do regime atual, atividades diferentes no mesmo CNPJ, sócios com necessidades distintas ou patrimônio exposto ao risco da operação.

Você recebe Cenários tributários comparados — o desenho atual, as alternativas viáveis e a carga projetada de cada uma.

O que está incluído

  • Diagnóstico do regime tributário e da estrutura atual
  • Separação entre sociedade operacional e patrimonial
  • Reorganização societária: cisão, incorporação, transformação
  • Planejamento de distribuição de lucros e remuneração de sócios
  • Cenários comparados com carga tributária projetada
  • Análise técnica assinada pelos profissionais habilitados
03 Internacional

Constituição de empresas no exterior

Ter parte do patrimônio fora do país é, antes de tudo, uma decisão de risco. Concentrar tudo sob uma única jurisdição, uma única moeda e um único regime tributário é uma aposta como qualquer outra — e diversificar essa exposição é objetivo tão legítimo quanto diversificar entre classes de ativo. Definida a intenção, começa a parte técnica.

Jurisdição não se escolhe por reputação de marketing. Escolhe-se pela combinação de três coisas: o que a entidade vai efetivamente fazer, que substância você consegue demonstrar e como aquele formato conversa com a regra brasileira que se aplica a você. Uma LLC americana, uma LTD e uma entidade em jurisdição de tributação favorecida resolvem problemas diferentes e cobram preços diferentes — em custo, em burocracia e em atrito bancário.

Desde a Lei 14.754/2023 essa escolha ficou mais técnica, não menos relevante. O lucro de entidade controlada no exterior por pessoa física passou a ser tributado anualmente, com regime próprio e opções de enquadramento que precisam ser decididas com a regra nova na mão. Estrutura constituída antes de 2024 quase sempre merece revisão — e, em alguns casos, a resposta honesta é que ela não deveria continuar existindo.

Quando faz sentido: receita recorrente do exterior, clientes ou plataformas internacionais, investimentos fora do país, ou estrutura offshore existente ainda sob a lógica anterior a 2024.

Você recebe Dossiê da entidade no exterior — documentação societária constituída, jurisdição justificada e o enquadramento de regime definido.

O que está incluído

  • Estudo comparativo de jurisdições e formatos societários
  • Constituição da entidade e documentação societária
  • Registered agent, endereço e representação local
  • Desenho do quadro de sócios, diretoria e controle
  • Enquadramento e opção de regime na Lei 14.754/2023
  • Revisão de estrutura existente e plano de adequação
04 Bancarização

Abertura de contas empresariais no Brasil e no exterior

Este é o gargalo real de quase todo projeto internacional, e o motivo quase nunca é mérito. Contas são recusadas por dossiê mal montado: origem de recursos sem comprovação encadeada, atividade descrita de forma que aciona alerta automático, estrutura societária que o analista não consegue destrinchar, ou histórico com criptoativos apresentado sem contexto. O compliance do banco não liga de volta para pedir esclarecimento — ele recusa.

Trabalhamos a etapa ao contrário: primeiro montamos o dossiê como o analista vai lê-lo, depois escolhemos as instituições cujo apetite de risco combina com o seu perfil, e só então protocolamos. Quando há recusa, ela vem com plano B pronto — porque uma negativa registrada torna a próxima tentativa mais difícil, e a ordem em que você bate nas portas importa.

Quando faz sentido: entidade recém-constituída no exterior, recusa anterior em algum banco, patrimônio com origem em criptoativos, ou necessidade de conta que receba e envie no exterior sem travar.

Você recebe Dossiê bancário aprovado — o arquivo de KYC montado, a instituição escolhida e a conta operando.

O que está incluído

  • Montagem do dossiê de KYC e perfil da operação
  • Comprovação encadeada de origem dos recursos
  • Conta PJ nacional em banco ou instituição de pagamento
  • Conta internacional para a entidade no exterior
  • Seleção das instituições por apetite de risco e perfil
  • Acompanhamento até a aprovação e plano alternativo
05 Execução

Câmbio e remessas internacionais

Câmbio bem feito não é só taxa. É a natureza da operação declarada corretamente, a documentação que sustenta cada movimento e o registro no Banco Central quando ele é exigido. Empresa que envia dinheiro ao exterior como "serviço" quando era aporte de capital, ou que traz lucro de participação como se fosse receita operacional, economiza no spread e paga a diferença em retificação, tributo e explicação.

Aqui a diferença é operarmos diretamente, e não indicarmos alguém. Isso significa cotação, liquidação e prazo sob nossa responsabilidade, com a documentação da operação sendo montada junto com a estrutura que ela serve — o pagamento de invoice de fornecedor, o retorno de capital, a distribuição de lucro da entidade no exterior, cada um com o enquadramento certo desde o primeiro envio.

Quando faz sentido: pagamentos recorrentes a fornecedores no exterior, recebimento de clientes internacionais, aporte ou retorno de capital, ou volume grande o suficiente para o spread do banco pesar.

Você recebe Operação de câmbio liquidada — com a natureza enquadrada e a trilha documental de cada movimento.

O que está incluído

  • Remessa e recebimento internacional para PF e PJ
  • Pagamento de fornecedor e invoice no exterior
  • Aporte e retorno de capital, com registro quando aplicável
  • Distribuição de lucros da entidade no exterior
  • Enquadramento de natureza e documentação de suporte
  • Liquidação com operação própria, sem intermediário extra
06 Ativos digitais

Criptoativos: titularidade, custódia e liquidez

Patrimônio em criptoativos tem três problemas que quase nunca são tratados juntos. O primeiro é titularidade: em nome de quem o ativo está, e o que acontece com ele na sucessão — uma carteira sem plano de acesso simplesmente desaparece com o titular. O segundo é custódia: onde fica, quem tem as chaves, o que acontece em caso de incapacidade e como isso é documentado sem virar um bilhete numa gaveta.

O terceiro é liquidez, e é o que mais dói na prática. Converter posição relevante sem quebrar o preço, sem travar no compliance do banco receptor e com trilha documental que aguente pergunta é um problema operacional, não teórico — e é exatamente onde a maior parte dos escritórios para de conseguir ajudar. É a frente em que nossa operação própria faz mais diferença.

Quando faz sentido: posição relevante em ativos digitais, necessidade de converter volume, patrimônio digital sem plano sucessório, ou histórico de operações que precisa ser documentado e reportado.

Você recebe Mapa de ativos digitais — titularidade definida, política de custódia e acesso, e a trilha de origem documentada.

O que está incluído

  • Definição de titularidade dentro da estrutura patrimonial
  • Política de custódia, acesso e plano de contingência
  • Sucessão de ativos digitais e transmissão de acesso
  • Conversão e liquidez em volume, com execução própria
  • Trilha documental de origem para compliance bancário
  • Reporte à Receita e alocação em entidade no exterior
07 Mobilidade

Residência fiscal e patrimônio entre países

Mudar de país e mudar de residência fiscal são coisas diferentes, e confundir as duas é caro. Quem sai sem fazer a comunicação e a Declaração de Saída Definitiva continua sendo residente fiscal no Brasil — com obrigação de declarar renda mundial aqui, enquanto já declara no país novo. Quem faz a saída sem planejar o que fica descobre que os bens no Brasil passaram a ter tratamento tributário diferente do que tinham na véspera.

O trabalho é coordenar as duas pontas: o que sai, o que fica, em que momento, sob qual acordo de bitributação, e como a estrutura patrimonial precisa ser ajustada antes da mudança — porque depois da saída algumas alternativas simplesmente deixam de estar disponíveis. Vale igualmente para o caminho de volta, que é mais comum do que parece.

Quando faz sentido: mudança de país já decidida ou em estudo, saída feita sem formalização, patrimônio nos dois países, ou retorno ao Brasil depois de anos fora.

Você recebe Plano de residência fiscal — o que sai, o que fica, sob qual titularidade e em que ordem.

O que está incluído

  • Análise da condição de residência fiscal atual
  • Comunicação e Declaração de Saída Definitiva
  • Tratamento dos bens que permanecem no Brasil
  • Estrutura patrimonial ajustada antes da mudança
  • Acordos para evitar dupla tributação aplicáveis ao caso
  • Regularização de saída feita sem formalização e retorno
08 Manutenção

Conformidade e obrigações acessórias

Estrutura internacional não termina quando é constituída — na verdade é aí que ela começa a gerar obrigação. Declaração de bens no exterior ao Banco Central, informação de participação e de resultado na declaração de renda, reporte de operações com criptoativos à Receita, contabilidade da entidade estrangeira, apuração anual sob o regime da Lei 14.754/2023: cada uma com seu prazo, sua penalidade e sua forma própria.

É a parte que ninguém vende com entusiasmo e que todo mundo precisa. Assumimos o calendário inteiro, com aviso antes do prazo e não depois, e acompanhamos as mudanças de regra — que nos últimos anos foram frequentes o bastante para tornar "estava certo quando montei" uma frase sem valor nenhum diante de uma fiscalização.

Quando faz sentido: qualquer estrutura no exterior já constituída, posição relevante em criptoativos, ou obrigações em atraso que precisam ser regularizadas antes de virarem problema maior.

Você recebe Calendário anual de obrigações — cada declaração, com prazo, responsável e aviso antes do vencimento.

O que está incluído

  • Calendário anual consolidado de todas as obrigações
  • Declaração de bens e capitais no exterior ao Banco Central
  • Reporte de operações com criptoativos à Receita Federal
  • Contabilidade e balanço da entidade no exterior
  • Apuração anual no regime da Lei 14.754/2023
  • Regularização de pendências e acompanhamento normativo
Como funciona

Diagnóstico antes de estrutura

Estrutura montada antes de entender o caso é custo, não proteção. Por isso a ordem é sempre esta — e por isso você não vai coordenar advogado, contador, banco e corretora em paralelo, cada um enxergando um pedaço do problema. Essa coordenação é o nosso trabalho.

1

Diagnóstico

Mapeamento do patrimônio, das fontes de receita, das estruturas já existentes e da exposição atual — sucessória, tributária e operacional. Sai com a leitura do que está em risco e do que já está adequado.

Dias
2

Desenho

Proposta de estrutura com jurisdições, formatos societários, custo de implementação, custo anual de manutenção e a carga tributária projetada de cada cenário — inclusive o cenário de não fazer nada.

Semanas
3

Implementação

Constituição das entidades, abertura das contas, integralização dos bens, registros obrigatórios e ativação da operação de câmbio e criptoativos. A abertura de contas é a etapa menos previsível, por depender de terceiros.

Semanas a meses
4

Manutenção

Contabilidade, obrigações acessórias no prazo, apuração anual, acompanhamento de mudanças regulatórias e a operação corrente rodando — com revisão periódica da estrutura conforme o patrimônio muda.

Contínua
Para quem é

Perfis que atendemos

Situações diferentes, mesma origem: patrimônio que cresceu mais rápido do que a estrutura que deveria sustentá-lo.

Investidor com posição em criptoativos

Patrimônio relevante em ativos digitais que precisa de titularidade definida, plano de sucessão e acesso, liquidez em volume sem quebrar preço nem travar em compliance bancário, e reporte fiscal que sustente uma eventual fiscalização.

Empresário com operação internacional

Receita, fornecedores ou clientes no exterior, com necessidade de estrutura societária adequada, câmbio bem enquadrado, contas que funcionem nos dois lados e previsibilidade de custo tributário mês a mês.

Família em planejamento sucessório

Patrimônio a ser organizado antes do inventário, com regras de governança escritas em vida, proteção da continuidade do negócio familiar e redução do custo, do prazo e do desgaste da transmissão entre gerações.

Quem está saindo do Brasil — ou já saiu

Mudança de residência fiscal em estudo ou já feita sem formalização, com patrimônio nos dois países, dúvida sobre o que declarar onde e necessidade de coordenar as duas pontas antes que as alternativas se fechem.

Escopo

O que não fazemos

Dizer isto em público custa alguns clientes e evita todos os problemas. Se o seu caso está em uma destas linhas, é melhor saber agora do que depois de contratar.

—

Estrutura para escapar de dívida existente

Proteção construída depois de já haver credor concreto ou execução em curso é fraude contra credores, e o ato é anulável. Se o seu caso envolve passivo em curso, dizemos isso na primeira conversa — e apontamos o que ainda é possível fazer de forma lícita.

—

Ocultação de patrimônio ou de titularidade

Toda estrutura que montamos é declarada às autoridades competentes. Não montamos arranjo cuja finalidade seja esconder quem é o titular ou manter bem fora do alcance de fiscalização legítima.

—

Recomendação de investimento

Estruturamos o veículo, não dizemos onde alocar. Não indicamos ativo, não distribuímos produto financeiro e não intermediamos valores mobiliários — quem faz isso é profissional habilitado e registrado para tanto.

—

Estrutura maior do que o caso pede

Complexidade se justifica pela operação, não pelo tamanho do honorário. Se o diagnóstico mostrar que uma estrutura simples resolve — ou que a que você já tem está adequada —, é isso que vamos dizer.

Dúvidas frequentes

As perguntas que sempre aparecem

É legal e é o oposto de esconder. Trabalhamos exclusivamente com planejamento lícito — o que a doutrina chama de elisão fiscal: organizar os fatos antes que eles aconteçam, dentro do que a lei permite, e declarar tudo. Toda estrutura que montamos é registrada, declarada às autoridades competentes e desenhada para sustentar fiscalização. Estrutura que só funciona enquanto ninguém olha não é estrutura, é problema adiado.

Fazemos — e vale desfazer a confusão que o termo carrega. Blindagem patrimonial não é categoria proibida nem crime: é organizar o patrimônio para que ele não fique exposto a riscos que você não controla. Risco da atividade empresarial, risco sucessório, risco cambial e, sim, risco institucional e jurisdicional. Manter cem por cento do patrimônio sob uma única jurisdição, uma única moeda e um único regime é uma decisão de risco como qualquer outra — e quem viveu um confisco de poupança no Brasil não precisa que ninguém explique por quê.

A linha que existe é de tempo, não de intenção. Proteção construída antes de haver credor é planejamento patrimonial. Transferência feita depois de existir dívida concreta ou execução em curso é fraude contra credores (Código Civil, arts. 158 a 165) ou fraude à execução (CPC, art. 792; CP, art. 179) — anulável ou ineficaz perante o credor, e nesse cenário a estrutura não protege nada: só adia e piora. Por isso a primeira pergunta do diagnóstico é sobre passivos e litígios existentes. Não para recusar o caso, e sim para desenhar o que de fato vai funcionar.

Há uma segunda linha que pesa tanto quanto: estrutura só protege se for vivida. Confusão entre o patrimônio da pessoa e o da empresa, ou entidade constituída sem propósito real e sem substância, abre caminho para a desconsideração da personalidade jurídica (Código Civil, art. 50) — e o juiz atravessa a estrutura como se ela não existisse. É por isso que governança e manutenção anual não são acessórios do serviço: são o que faz a proteção existir na prática, e não apenas no contrato social.

Mudou a premissa central. Antes, o lucro de uma entidade controlada no exterior por pessoa física só era tributado quando distribuído — o que permitia diferir indefinidamente. Desde 2024 esse lucro é apurado e tributado anualmente, tenha havido distribuição ou não, em regime próprio e com opções de enquadramento que precisam ser escolhidas de forma consciente. A estrutura internacional não perdeu utilidade: perdeu a versão automática dela. Hoje a escolha de jurisdição, formato societário e regime é uma decisão técnica com consequência anual, e boa parte das estruturas montadas antes de 2024 hoje entrega custo e obrigação sem entregar o benefício original. A análise do seu caso concreto é feita pelos profissionais parceiros habilitados.

Por três frentes que precisam ser resolvidas juntas. Titularidade: em nome de quem o ativo está e o que acontece com ele na sucessão — uma carteira sem plano de acesso desaparece com o titular, sem recurso possível. Custódia: onde fica, quem tem as chaves, qual a política em caso de incapacidade, e como isso é documentado sem virar um papel numa gaveta. E reporte: o que precisa ser informado à Receita, em que periodicidade, e como se documenta a origem de forma que sustente pergunta de banco e de fiscalização. É a parte mais negligenciada dos patrimônios recentes e a que mais trava depois — principalmente na hora de converter posição relevante em moeda.

Quase nunca por mérito — quase sempre por dossiê. As causas mais comuns são origem de recursos sem comprovação encadeada, atividade descrita de um jeito que aciona alerta automático, estrutura societária que o analista não consegue destrinchar em poucos minutos, e histórico com criptoativos apresentado sem contexto. O compliance do banco não liga pedindo esclarecimento: ele recusa. E a ordem importa, porque uma negativa registrada dificulta a tentativa seguinte. Por isso montamos o dossiê antes, na lógica de quem vai lê-lo, e escolhemos as instituições pelo apetite de risco compatível com o seu perfil.

A Vallum é uma empresa de consultoria em estruturação de negócios e operações: coordena o projeto e executa a parte operacional. Todo ato privativo de advogado — contratos, atos societários, orientação jurídica — é praticado por advogados inscritos na OAB, e todo ato contábil por profissionais registrados no CRC, por meio dos escritórios parceiros. Você sabe desde a primeira reunião quem responde tecnicamente por cada peça da entrega, e essa informação fica registrada na proposta.

O diagnóstico tem valor fixo, apresentado antes de qualquer contratação. A implementação varia conforme o número de entidades, as jurisdições envolvidas e a complexidade patrimonial — o orçamento sai fechado na etapa de desenho, junto com o custo anual de manutenção, para você comparar com o cenário de não fazer nada, que também tem custo. Prazos típicos: diagnóstico em dias, desenho em semanas, implementação em semanas a meses. A etapa menos previsível é sempre a abertura de contas, porque depende do compliance de terceiros.

Capacidade de execução. O escritório tradicional entrega o desenho e encerra o escopo — a partir dali você procura banco, corretora, exchange e câmbio por conta própria, e descobre que a estrutura no papel não sobrevive ao contato com a operação. Nós operamos câmbio, remessa internacional e criptoativos diretamente, então o desenho já nasce testado contra a realidade de quem vai executá-lo, com prazo e responsabilidade nossos. E onde o ato é privativo de advogado ou contador, os profissionais habilitados estão dentro do mesmo projeto, não em uma indicação solta.

Na maioria dos casos, sim — sobretudo se ela foi montada antes de 2024. Os achados mais frequentes numa revisão são: entidade no exterior que hoje custa mais do que economiza sob a regra nova, obrigações acessórias nunca cumpridas por desconhecimento, holding constituída sem acordo de sócios (ou seja, sem as cláusulas que fazem dela uma proteção de verdade), criptoativos fora da estrutura, e integralização feita com valor que gera problema na hora de vender. A revisão é mais barata que a implementação e às vezes a conclusão é que está tudo certo — o que também é uma resposta útil.

Sim, e boa parte dos casos é exatamente esse perfil: brasileiro que mudou de residência fiscal ou mantém patrimônio nos dois países e precisa coordenar as duas pontas. Atendemos remotamente, com reuniões e assinatura eletrônica. Mudança de residência fiscal, comunicação e Declaração de Saída Definitiva, tratamento dos bens que ficam no Brasil e regularização de quem saiu sem formalizar são temas recorrentes já no diagnóstico.

Primeiro passo

O que no seu patrimônio hoje
não sobreviveria a uma surpresa?

Um falecimento, uma execução, uma fiscalização, uma mudança de país. Comece pelo diagnóstico: uma conversa para entender a sua situação atual, o que está exposto e o que uma estrutura resolveria — com os números na mesa, incluindo o custo de não fazer nada. Sem compromisso de contratar nada depois.